mercoledì 7 giugno 2017

The Normans in the South

The Normans in the South
Mediterranean Meetings in the Central Middle Ages
Friday 30 JuneSunday 2 July 2017
St Edmund Hall, University of Oxford
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giovedì 1 giugno 2017

Os manuscritos universitários iluminados na Europa medieval (séculos XIII-XIV): produção e circulação. Uma introdução histórica e metodológica

O curso pretende traçar, através da análise de alguns exemplos específicos, as etapas mais importantes da história da produção, ilustração e decoração do manuscrito universitário na Idade Média (Direito, Teologia, Medicina). Será dada especial atenção aos problemas codicológicos (características materiais, funcionalidade estrutural no âmbito do ensino universitário), estilísticos e iconográficos (os ciclos ilustrativos), às questões relacionadas com os patrocinadores (mestres e estudantes) e à sua circulação (a peregrinatio academica) no território europeu, e ainda ao contexto histórico, económico e social da produção (controlo das universidades sobre a produção dos livros) e às técnicas de execução (funcionamento das oficinas dos stationarii; sistema da pecia).
No final do curso, o estudante estará familiarizado com algumas questões de método, como a distinção das produções librárias de várias áreas geográficas, as diversas tipologias de livros, os diferentes estilos, a periodização da iluminura medieval universitária, a geografia histórica, política, social e histórico-artística da produção iluminada universitária, a leitura estilística e iconográfica desta produção.
O estudante possuirá assim um conhecimento básico sobre história das universidades e acerca da produção do livro universitário do período medieval, bem como disporá das ferramentas metodológicas necessárias para a leitura deste fenómeno histórico, cultural e artístico. O estudante também reconhecerá, através da análise de casos específicos, as diferentes tipologias de livros e os diferentes estilos e saberá usar uma terminologia específica.
Maria Alessandra Bilotta é historiadora da arte, medievalista no Instituto de Estudos Medievais (IEM) da FCSH da Universidade Nova de Lisboa. A sua investigação atual se concentra sobre os manuscritos jurídicos iluminados medievais conservados em Portugal, um tema que se relaciona diretamente com a temática do curso.
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martedì 31 gennaio 2017

Le théologico-politique au Moyen Âge

Sous le nom de «théologico-politique» perce en réalité la question du « théo-politique », le problème de l’entrecroisement, de la surimpression et de l’articulation entre la loi divine et la loi humaine, entre le fondement mystique de l’autorité et l’organisation temporelle de la cité.
Le trait d’union porte à lui seul toute la difficulté : le religieux et le politique peuvent-ils se distinguer l’un de l’autre, ou bien sont-ils inséparables ? Comment un ordre théorique et pratique inspiré par la religion en vient-il à inspirer les réalités politiques de son temps ? Quelle autonomie laisse-t-il à l’ordre politique ? Les concepts politiques sont-ils des concepts théologiques sécularisés ?
La version médiévale du problème montre qu’il faut unir ces concepts pour pouvoir les distinguer. Le problème se pose-t-il dans le même sens, au même rythme, avec les mêmes concepts dans l’islam, le judaïsme et le christianisme médiéval ? Une distinction des pouvoirs peut-elle avoir un sens dans chacun de ces mondes ? Pour la philosophie en terre d’Islam, quelles sont les conséquences de l’identification du Prophète au philosophe-roi ? Dans le monde latin, que signifie la répartition de la société en trois ordres : ceux qui prient, ceux qui combattent et ceux qui travaillent ? Comment s’articulent le pouvoir temporel au pouvoir spirituel ? Ne faut-il pas alors considérer le terme de « pouvoir » comme équivoque ? Peut-on résumer l’histoire de leurs relations à une conquête de l’autonomie par le pouvoir temporel aux dépens du pouvoir religieux ? Le conflit entre Boniface VIII et Philippe le Bel consacre-t-il l’échec ou la réussite de la complémentarité des pouvoirs ?
L’autonomie du politique est-elle souhaitable ? Est-elle possible ? Le théologique doit-il s’interdire toute évaluation de l’organisation de la cité et dans ce cas, comment s’adresser à l’homme en évacuant sa dimension sociale ? La politique doit-elle légiférer en fonction de certains principes religieux qui peuvent former «l’esprit» de ses lois ou au contraire se départir, voire aller à l’encontre des prescriptions théologiques ?
Telles sont les questions qui seront abordées dans ce colloque.